O comércio gaúcho fechou 2025 com alta de 2,5% no volume de vendas, acima da taxa média do Brasil (1,6%), segundo a PMC/IBGE.
À primeira vista, parece um ano positivo.
Enquanto Farmácias (+7,1%), Equipamentos e materiais de escritório/informática (+10,1%), Supermercados (+2,6%) e Atacarejos (+3,3%) sustentaram o resultado…
…setores mais dependentes de renda discricionária e/ou crédito sentiram mais: Materiais de construção (-14%), Veículos (-12,8%), Livros e papelaria (-6%), além de Vestuário (-2,1%), Postos de combustíveis (-2,5%) e Móveis e eletrodomésticos (-2,5%).
Seja para os segmentos em alta ou em baixa, ganham as empresas que protegem as margens, fazem boa gestão de investimentos (capital fixo e giro) e focam no fluxo de caixa, enquanto perdem aquelas que ficam presas em volume sem rentabilidade.
